I Edição
O nascimento do projeto. Uma celebração íntima e fundamental, que estabeleceu o festival como um espaço da comunidade do Capão.
- Nascimento do projeto
- Participação comunitária forte
- Curadoria de raízes locais
Um encontro de culturas, pessoas e vibrações positivas no coração da Chapada Diamantina. A música reggae como instrumento de transformação social e conexão espiritual.
O III Festival de Reggae do Vale do Capão — Nós Somos o Mundo é um projeto cultural independente idealizado por Dery Lima, artista, produtor cultural e empreendedor à frente da marca Perna de Grilo.
O evento nasce da força comunitária do Vale do Capão e tem como propósito unir música, cultura, turismo, saúde e desenvolvimento local em uma experiência única na Chapada Diamantina.
"Cultura, consciência, saúde e desenvolvimento sustentável."
Reggae, dub, roots e fusões locais como força transformadora.
Realizado pelo Vale do Capão, para o Vale do Capão e para o mundo.
Respeito à Chapada Diamantina, suas trilhas, águas e gente.
Saúde integrativa, vivências e oficinas para corpo e espírito.
Artista circense, produtor cultural e um dos nomes pioneiros do malabarismo e do circo de rua na Bahia, Dery Lima constrói desde o início dos anos 2000 uma trajetória dedicada a levar arte, cultura e entretenimento gratuitos aos espaços públicos — do circo à música, do teatro às artes de rua.
Fundador da Malabares Mágicos, articulou os históricos encontros de arte da Praça Manuel Devoto, em Salvador, idealizou as três primeiras Convenções Baianas de Malabarismo, Circo e Arte de Rua e, já no Vale do Capão, promoveu seis edições do Encontro de Circo e Arte na Praça, em Palmeiras — além de 18 edições como artista e produtor no Festival Universo Paralello.
Desse amadurecimento nasceu a Perna de Grilo, que dá continuidade ao legado reunindo produção cultural, eventos, turismo e gastronomia artesanal — a identidade artesanal, original e autêntica que se traduz na curadoria e no espírito do festival.
Entre 2004 e 2010, os encontros de arte da Praça Manuel Devoto tornaram-se referência na cena independente de Salvador: apresentações circenses, música, teatro, pintura facial, oficinas e intervenções que chegaram a reunir cerca de 2 mil pessoas por edição, formando plateias e impulsionando grupos, bandas e coletivos culturais da capital baiana.
As Convenções Baianas de Malabarismo, Circo e Arte de Rua reuniram artistas de diferentes estados brasileiros e convidados internacionais, consolidando a Bahia como um importante polo de intercâmbio das artes circenses no país.
No Vale do Capão, a parceria com o grupo Mundarejo levou uma grande trupe de músicos, palhaços, malabaristas e artistas locais para apresentações gratuitas aos domingos em povoados e comunidades rurais de Palmeiras — territórios com pouco acesso a atividades culturais —, fortalecendo vínculos comunitários e valorizando a cultura popular.
Ao longo dos anos foram centenas de apresentações em praças, escolas, festivais e grandes eventos culturais. Mais do que um artista, Dery é um agente cultural comprometido com a formação de novos talentos e a ocupação criativa dos espaços públicos.
A história de Dery Lima é a história de um artista que ajudou a abrir caminhos para o circo e o malabarismo de rua na Bahia — formando gerações, criando oportunidades e mostrando que a arte, quando compartilhada com o povo, tem o poder de transformar realidades.
a cada edição, raízes mais fortes
O nascimento do projeto. Uma celebração íntima e fundamental, que estabeleceu o festival como um espaço da comunidade do Capão.
Crescimento, fortalecimento cultural e consolidação. O festival ganhou público de outras regiões e firmou seu lugar no calendário cultural baiano.
Line-up de artistas, oficinas, atividades culturais e ações de saúde e bem-estar distribuídas entre os palcos e os espaços do Vale.
o Vale está preparando algo bonito…
Line-up, oficinas e atividades de bem-estar estão sendo construídos com a comunidade e serão anunciados em breve. Fique de olho!
music_note Sou artista · quero tocar no festivalUm guia vivo do Vale, feito para fortalecer pequenos empreendedores e potencializar a experiência de quem visita. Os estabelecimentos aqui listados são os colaboradores, patrocinadores e parceiros que já abraçaram o festival — e essa lista está só começando. Queremos o seu negócio aqui também.
Desde 2010: três suítes acolhedoras, mezanino com vista para as montanhas e área de fogueira, a 700 m da Vila do Capão.
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Tradição e acolhimento desde 1998. Uma das primeiras pousadas do Vale — chalés confortáveis e ampla área de camping.
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A 300 m da Vila do Capão: apartamentos e bangalôs, piscina com vista para as montanhas e um café da manhã memorável.
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Da montanha pro mar: entre o mar, a mata e os encontros, o Arandú estende a vibe do Vale até as praias de Itacaré.
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Casa de gastronomia da chef Jackie Lessa. Almoço 13h–16h · jantar 19h–21h — reservas pelo WhatsApp.
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Saiba tudo sobre o Vale em um lugar só: guia turístico, agenda cultural e a maior vitrine virtual do Vale do Capão.
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Secretaria de Turismo e Cultura de Palmeiras – BA, fortalecendo o turismo e a cultura no município e no Vale do Capão.
Guias certificados, conhecedores das trilhas e da história do Vale.
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Há mais de 30 anos transportando você pro paraíso, entre Palmeiras e o Vale do Capão. Saída do Capão para Palmeiras às 10h30.
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Ônibus saindo de Salvador rumo a Palmeiras, porta de entrada para o Vale do Capão.
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Há 11 anos no Vale: tabacos, sedas, acessórios e bebidas especiais. A tabacaria mais tradicional do Capão.
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Arte circense, malabarismo e performance no coração do Vale do Capão.
chat Falar no WhatsApp★ Listagem em construção. Se você é morador ou empreendedor do Vale e quer participar do portal, fale conosco.
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O Festival de Reggae do Vale do Capão é independente, comunitário e 100% gratuito — feito por moradores, artistas e amigos do Vale, de portas abertas para toda a população de Caeté-Açu e para quem chega de fora.
Aqui não tem ingresso nem catraca: tem música nas montanhas e renda circulando entre os pequenos e grandes empreendedores de Palmeiras, do Vale do Capão e de toda a região — movimentando a economia da cidade, gerando renda para as famílias e levando música, cultura e entretenimento para a comunidade. Tudo isso só acontece porque a própria comunidade — e pessoas como você — abraça a causa.
Cada contribuição, de qualquer valor, vira palco, som, transporte de artistas, estrutura e cachê digno para quem faz a festa. Doar é garantir que o reggae continue ecoando gratuitamente pelo Vale — este ano e nos próximos.
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